terça-feira, 11 de junho de 2013

A Aninha Baby preparou um sorteio para seus clientes e amigos que curtirem a página da Loja no Facebook.


Vá até o link da loja https://www.facebook.com/pages/Loja-Aninha-Baby/329305377170836?fref=ts, clique na aba Promoções e pronto. É só seguir os passos e torcer para ser o sortudo da vez.




ALMOFADAS DE AMAMENTAÇÃO - NA "ANINHA BABY" TEM!


Além de decorativa, a almofada (que normalmente tem formato de "u") pode ser utilizada em várias fases da vida do bebê.

Nos primeiros meses, serve para deixá-lo numa altura ideal e segura para mamar. Também evita que a mãe fique inclinada, causando dores nas costas, nos braços e no pescoço. Depois da mamada, é possível colocar o bebê para descansar sobre a almofada.

Quando está maiorzinho, a peça ajuda a criança a ficar mais tempo de bruços, auxiliando no fortalecimento dos músculos do pescoço e das costas. Aos 9 meses, quando aprende a sentar, a almofada pode ser utilizada como uma poltroninha.

Viram quantas utilidades?! Ah, ela também é ótima para viajar e apoiar a cabeça! É uma almofada para a vida toda! rsrs



segunda-feira, 3 de junho de 2013


COMO ORGANIZAR O CHÁ DE BEBÊ EM 10 PASSOS

Veja algumas dicas práticas para organizar um chá de bebê.
1)       Defina o tipo de festa:
Hoje em dia pode ser chá de bebê tradicional (com lista  de presentes variados para o bebê), chá defraldas (no qual todos os presentes são fraldas, mais fácil para as convidadas e para as mamães que já fizeram enxoval completo) ou chá de body (no qual as convidadas fazem durante a festa bodies personalizados de presente!)
2)       Defina a data e o local:
O ideal é que o chá de bebê aconteça no 7º mês de gravidez (6º se for de gêmeos). Defina um sábado ou domingo para que aconteça a festa e também o local, que pode ser sua casa, jardim, salão de festas do prédio.
3)       Convide alguém para ser a organizadora oficial:
Pode ser a irmã, prima, a própria mãe da grávida ou melhor amiga. Informe sua organizadora sobre as suas expectativas da festa: quer brincadeiras ou não, quer que os homens participem ou não, quer algo íntimo e simples ou uma grande festa, se pode ter bebida alcoólica ou não. Converse também sobre quem irá arcar com as despesas, se a própria grávida ou se a comissão organizadora pode ajudar ou não com os custos de decoração, comes e bebes. Pelo menos o local, fotógrafo (se houver) e lembrancinhas são sugeridos que seja por conta da grávida. Em geral a festa dura 3 horas, para não se tornar cansativo para a querida grávida homenageada.
4)       Lista de convidados:
Defina quantas pessoas cabem no local definido para a festa, afinal é importante que tenha conforto e lugar para todos. Número de convidados definido, pense nas pessoas mais próximas que você gostaria de dividir este momento de felicidade entre familiares e amigos. É a grávida quem deve fazer a lista de convidados e passar a relação para a comissão organizadora convidar.
5)       Defina o tema:
Tudo fica mais fácil quando um tema é definido! Você vai conseguir escolher tudo – decoração, bolo, lembrancinhas, convite – de forma mais eficiente seguindo um tema. O tema pode simplesmente ser uma cor, como por exemplo tudo amarelo, pode ser sutil, como tudo com bolinhas, ou pode ser temático de verdade como tema ursinho, coruja (mãe coruja, adoro esse tema!), boneca de pano, o que você quiser.
6)       Envie os convites:
Para o chá de bebê é aceitável convite tanto físico como virtual. Informe o evento (chá de bebê), nome do bebê, nome da mamãe e papai, data, local, horário de início e fim (como não é uma festa muito longa, é importante informar o horário de término para não correr o risco de ter convidados chegando ao final). Pode ser colocado o contato da organizadora, caso a convidada tenha dúvidas. Envie o convite entre 30 e 20 dias antes da data do evento.
7)       Estipular o presente no convite ou não?
Eu particularmente voto em não, afinal imposições nunca são bacanas. A lista de opções de presentes deve ser definida pela grávida (só ela sabe o que gostaria ou precisa ganhar) e informada para a pessoa que está ajudando na organização do chá. Acho melhor colocar o local ou site da lista de presentes no convite, e cada convidada escolhe o que presentear. Se a opção for por chá de fraldas, fica mais fácil, todos os presentes serão fraldas e pronto.
8)       Defina os comes e bebes:
Pense em coisas fáceis de servir, como mini sanduíches e canapés. Assim você não irá precisar se preocupar com muitos garfinhos e pratinhos. Opções como mini sanduíches, canapés, mini quiches, cupcakes tem outra vantagem: você pode montar na mesa antes do início da festa e não precisa se preocupar mais. Evite alimentos que requerem preparar, esquentar, montar na hora, a não ser que você tenha uma equipe de copeiras para isto. Caso não tenha, seja quem for que esteja organizando o chá, é sempre mais elegante e mais gostoso a pessoa ficar entre as convidadas se divertindo do que correndo na cozinha para esquentar algo, pense nisto! Equilibre opções de “guloseimas” com opções saudáveis também, faz bem!
9)       Brincadeiras:
Na minha opinião, não são obrigatórias. A verdade é que hoje em dia, com a correria de todo mundo, é tão difícil conseguir juntar todas as amigas que quando isso acontece, o legal é aproveitar o tempo para conversar, rir, se abraçar. Um chá de bebê não precisa ter brincadeiras, pode ser apenas um pretexto para reunir as amigas em homenagem à grávida, ajudá-la com o enxoval presenteando com um item e comemorar. Mas se a grávida faz questão do ritual das brincadeiras, pode ter! A mais tradicional é adivinhar o presente recebido e se errar, deve acatar ao castigo escolhido pela organizadora. Outra brincadeira gostosa é cada convidada levar uma foto de quando ela era bebê ou criança, e a grávida ter que adivinhar quem é!
10)   Defina as lembrancinhas:
Não é obrigatório, mas já que a convidada foi até sua casa e levou um presente, é sempre educado retribuir com uma lembrancinha. Evite “bobeirinhas” com o nome do seu filho impresso, por mais fofo que seja sempre irão para no fundo da gaveta ou lata do lixo. Pense em lembrancinhas comestíveis como um cupcake, uma latinha de cookies, biscoitos decorados. Ou em algo que seja útil.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SAC para tirar dúvidas sobre a gravidez?


  • Paola Saliby/UOL
    Como seria se existisse um SAC materno que pudesse tirar minhas dúvidas e ouvir minhas críticas e sugestões
    Como seria se existisse um SAC materno que pudesse tirar minhas dúvidas e ouvir minhas críticas e sugestões
Às vezes eu fico imaginando como seria se existisse um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) materno que pudesse responder dúvidas e ouvir críticas e sugestões.

–´Bom dia, senhora. Em que posso ajudar?

– Bom dia, é o seguinte: já tem um tempo adquiri um pacote de serviço de vocês e logo depois fiz o upgrade para o combo duplo, sabe?
– Positivo, dona Mãe. Pelo seu cadastro, a senhora possui em sua residência dois exemplares: um modelo 20.05 e outro 20.07. Correto?

– Isso mesmo. Até agora tudo andava dentro dos conformes. Sei que a assinatura dá direito a apenas duas horas ininterruptas de sono por noite. Também estou ciente dos quilos a mais e da oscilação hormonal antes, durante e depois do evento "gravidez". O fato de que não é possível fazer troca ou devolução dos modelos nem me preocupou muito porque o pacote de risinhos e fofuras que vocês entregam realmente é toda aquela lindeza que eu vi na propaganda.

– A senhora pode intensificar o relacionamento conosco encomendando o novo exemplar 20.13/14. Se decidir agora, posso garantir um bom desconto.

– Não é bem isso... Lendo e relendo o contrato que assinei com vocês, em nenhum lugar estava escrito que, depois de um tempo, devido ao desgaste e uso intenso da relação, estaria correndo o risco de me tornar "A Chata"!

– Senhora, estou verificando no sistema e esse status é incompatível com a função mãe.

– Mas então é melhor fazer a atualização disso aí porque é essa a mensagem que eu venho recebendo toda vez que peço para fazerem as tarefas rotineiras: tomar banho, jantar, escovar os dentes, dormir, acordar. Agora, quando eu falo que tem de fazer a lição de casa, é o pior... Como eu posso conviver com caras feias e injúrias como "a mãe do meu amigo é mais legal do que você"?

– Ah, mas mandar fazer a lição de casa é opcional. Isso só precisa se quiser o upgrade do modelo.

– Mas quem não quer um modelo mais esperto, minha filha?! Olha, se eu tivesse sido informada da remota possibilidade de ter de ser a portadora de tanta chatice, nunca teria fechado esse negócio com vocês, não!

– Certo. Gostaria de agendar a visita de um técnico para fazer a vistoria?

– Não, quero saber o código para ativar a mãe legal em tempo integral.

– Desculpe, mas essa função não está disponível para você nessa fase. Peço que a senhora retorne a ligação daqui a algumas décadas –duas, mas o mais prudente seria esperar três– e voltamos a estudar a sua solicitação. Obrigada pelo contato.

Se realmente existisse esse serviço, colega materna, você ligaria para falar o quê?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Orientações sobre a alimentação de bebês mudam ao longo do tempo


  • Joyce Hesselberth/The New York Times
    Ingestão precoce de alimentos sólidos pode estar relacionada com sobrepeso no futuro
    Ingestão precoce de alimentos sólidos pode estar relacionada com sobrepeso no futuro
Qualquer um que já tenha cuidado de um bebê sabe que é fácil se preocupar com o que entra –com o que alimentamos a criança– e pensar no que sai com uma espécie de fascínio, como se a fralda escondesse mensagens e presságios.

Os alimentos que damos aos bebês refletem nossas crenças e tradições familiares, nossa origem cultural e circunstâncias de vida. Mas também dizem respeito a considerar as orientações de um bom número de especialistas, de pediatras e até de nutricionistas e alergistas.
Essas orientações, em alguns casos, mudaram drasticamente ao longo do tempo. Mesmo que os cientistas insistam em enfatizar a importância da amamentação exclusiva nos primeiros meses de vida, hoje eles também reconhecem que pode haver vantagens em expor uma criança de mais idade a alguns alimentos sólidos específicos que antes eram proibidos.
A Academia Americana de Pediatria sugere a amamentação exclusiva –nenhuma fórmula infantil, nenhum outro alimento de qualquer espécie– durante os primeiros seis meses de vida, e a continuação da amamentação por, pelo menos, um ano. Outras diretrizes sugerem que não se dê alimentos sólidos aos bebês de quatro a seis meses de idade, e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças publicaram recentemente um estudo que mostra que muitos pais não têm nem mesmo esperado até os quatro meses.

"A primeira coisa que me surpreendeu foi que a prevalência da introdução de alimentos sólidos antes dos quatro meses era de 40%", disse Heather Clayton, epidemiologista e autora principal do estudo. "As mães que davam fórmula infantil aos seus bebês se mostraram muito mais propensas a introduzir alimentos sólidos cedo do que as mães que apenas davam de mamar aos filhos."
Muitas mães disseram que simplesmente achavam que o seu bebê já tinha idade suficiente para comer alimentos sólidos. Entre as outras razões alegadas, foi citado o desejo de ajudar o bebê a dormir. Essa crença é regularmente mencionada no consultório pediátrico. Posso lhes dizer, no entanto, que pesquisas que investigaram se o cereal para bebês ajuda os pequenos a dormir não revelaram nenhum benefício.
Médicos e nutricionistas citam preocupações com a predisposição de crianças pequenas para digerir alimentos sólidos. Também pode haver ligações com problemas de peso posteriores. De acordo com os resultados de uma pesquisa realizada em 2011, bebês alimentados com fórmula infantil que começaram a ingerir alimentos sólidos antes dos quatro meses de idade se mostraram mais propensos a serem obesos aos três anos.
"A sabedoria médica sobre a alimentação infantil mudou ao longo do tempo. No início do século 20, os pais foram aconselhados a não introduzir alimentos sólidos até cerca de nove meses", afirmou Amy Bentley, professora adjunta de ciência dos alimentos da Universidade de Nova York, que está trabalhando em um livro sobre a história da comida para bebês nos Estados Unidos.
"Já na década de 1950, alguns especialistas recomendavam que os bebês começassem a ingerir alimentos sólidos com quatro a seis semanas de vida", disse Amy. Essa orientação estava ligada à ideia de que os alimentos para bebês que estavam sendo comercializados, como a fórmula infantil, constituíam um método mais moderno, científico e seguro de nutrição infantil.
Assim como ocorre atualmente, naquela época "os médicos reclamavam que as mães faziam apenas o que queriam e não os ouviam de fato".
No que diz respeito à alimentação infantil, a mais notável reviravolta recente envolve o problema das alergias.
Até cinco anos atrás, a Academia Americana de Pediatria e a Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia recomendavam aos pais que observassem, com atenção redobrada, a introdução de alimentos com maior probabilidade de causar reações alérgicas, sugerindo que evitassem o leite de vaca até que a criança completasse um ano, que não servissem ovos antes dos dois anos nem qualquer coisa que contivesse amendoim até os três.
Ampliar"Hoje acreditamos que essa ideia estava equivocada e que talvez devêssemos voltar a investir na ideia contrária: a de que é melhor introduzir esses alimentos antes, quando o corpo tem mais tendência a ser tolerante", declarou."Pensava-se que expor o bebê a esses alimentos no início da vida o tornaria mais propenso a se tornar alérgico", disse Amal H. Assa'ad, professora de pediatria do Hospital Infantil de Cincinnati. Mas os estudos epidemiológicos não confirmaram isso e algumas pesquisas mostraram que, na verdade, manter tais alimentos longe de mulheres grávidas e crianças pequenas pode surtir o efeito oposto.
Assa'ad fez parte de um grupo que compilou novas orientações para a alimentação de bebês, publicadas em janeiro no "The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice". A mais importante orientação referente à prevenção da doença alérgica era a amamentação, mas os autores também concluíram que os alimentos altamente alergênicos –como leite de vaca, ovos e amendoim– podem ser introduzidos até mesmo para os bebês, embora não devam estar entre os primeiros alimentos sólidos a serem oferecidos a eles.
Isso não se aplica aos que já tiveram reações alérgicas ou que de alguma forma não estejam completamente saudáveis. Ainda assim, mesmo no caso de bebês saudáveis, as evidências estão longe de serem conclusivas atualmente.
"Ao pesquisarmos a literatura cuidadosamente, tivemos muitas dificuldades de encontrar evidências que provassem uma coisa ou outra", falou Assa'ad. "Estamos fazendo o melhor que podemos com as evidências disponíveis."
Talvez pareça que dar de comer a um bebê pequeno é a parte mais fácil e mais claramente previsível de ser pai ou mãe. Mas o fato de as orientações terem mudado ao longo do tempo ilustra a complexidade das decisões a serem tomadas. A estratégia geral de alimentação recomendada atualmente no caso de crianças sem problemas de saúde é equilibrar a exclusividade da amamentação nos primeiros seis meses com uma abordagem mais descontraída após esse período.
As próprias orientações vêm de uma mistura de ciência dura, sabedoria coletiva e senso comum. Elas realmente mudam com o tempo e, provavelmente, continuarão mudando. Não admira que os pais fiquem obcecados com o que entra e com o que sai. Os comitês de especialistas também ficam.
*Perri Klass é médica pediatra


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Para descontrair

Um vídeo para alegrar a semana!!!

Nove conselhos para seu filho crescer com saúde


Nove conselhos de pediatras para o seu filho crescer com saúde

Amamentar e respeitar hora da soneca são recomendações de especialistas

POR CAROLINA GONÇALVES

mãe amamentando o filho - Foto Getty Images

Quando pensamos na saúde dos nossos filhos, vale tudo: não deixá-lo exposto a agentes infecciosos, preparar um prato colorido rico em nutrientes e até desconfiar do vírus da vacina são cuidados comuns de mães e pais. E ninguém melhor do que o pediatra para nos aconselhar sobre os melhores hábitos para fortalecer a imunidade, do bebê e da criança. Por isso, no Dia do Pediatra (27 de Julho), nós conversamos com especialistas que nos deram as melhores dicas para o seu filho ter uma saúde de ferro. Confira: 
criança comendo laranja - Foto Getty Images 

Monte um prato colorido

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela. 

A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. 'Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo. 

Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma. 
criança dormindo - Foto Getty Images

Respeite a soneca da tarde

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. "A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa.
criança sendo vacinada - Foto Getty Images

Mantenha a cartela de vacinação em dia

Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela. Além disso, avacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano),Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia,pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampocaxumba rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.
crianças brincando de roda no parque - Foto Getty Images

Deixe a criança brincar ao ar livre

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."

Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid.
adolescente e criança escovando os dentes - Foto Getty Images

Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."
bebê na piscina - Foto Getty Images

Estimule a prática de exercícios

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática deexercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo.
mãe escrevendo rotina na geladeira - Foto Getty Images

Estabeleça uma rotina

"As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade."
homem fumando perto do filho - Foto Getty Images

Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.